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Duas Crianças

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    APP [Vol. 39 N.º 4]     Todas as Edições

Autor Título Ano de Publicação Resumo Tudo

APP; Vol.39, Nº4 (Julho/Agosto 2008)

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» Artigo de Actualização
Seta FOTOPROTECÇÃO NA CRIANÇA
Mariana Cravo, Ana Moreno, Oscar Tellechea, Margarida Robalo Cordeiro, Américo Figueiredo

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Resumo: Do espectro da radiação solar que atinge a superfície terrestre, a radiação ultravioleta (UVA e UVB) é a principal responsável pelas reacções cutâneas benéficas e nefastas. Os efeitos biológicos dos raios UV sobre a pele dividem-se em fenómenos precoces, como acção térmica, anti-raquítica, pigmentação imediata e acção anti depressiva, fenómenos tardios, como o eritema actínico ou queimadura solar, pigmentação retardada, hiperplasia epidérmica, imunossupressão, e efeitos a longo prazo, como heliodermia e fotocarcinogénese. Vários agentes interferem na transmissão da radiação UV à pele humana. De entre estes, destacam-se os agentes fotoprotectores naturais existentes na atmosfera e na pele, agentes fotoprotectores físicos e os filtros UV presentes nos protectores solares de aplicação tópica. A acção carcinogénica da radiação UV é actualmente reconhecida e indiscutível. A exposição a este tipo de radiação é a principal causa para o desenvolvimento de cancro cutâneo não melanoma, existindo também uma associação entre o desenvolvimento de melanoma maligno e exposição solar intensa e curta, que resulta em queimaduras solares, em idade pediátrica. Deste modo, a promoção de programas de fotoeducação e fotoprotecção é importante na prevenção da redução do cancro cutâneo, sendo premente a necessidade de sensibilização não só dos prestadores de cuidados de saúde, mas também da população em geral, nomeadamente pais, educadores
e as próprias crianças, para que adquiram hábitos de convívio saudável com o sol.

Palavras-chave: fotoprotecção, criança

Correspondência:
Mariana Cravo
Serviço de Dermatologia
Hospitais da Universidade de Coimbra
Praceta Mota Pinto
3000-075 Coimbra - Portugal
mariana.cravo@netcabo.pt
Seta SAÚDE ORAL EM PEDIATRIA
Cristina Areias, Viviana Macho, José Frias-Bulhosa, Hercília Guimarães, Casimiro de Andrade

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Introdução: A saúde oral é parte integrante da saúde geral e mantê-la é uma prioridade. O conhecimento da prevalência das patologias orais que atingem a população desde a infância à juventude, e a falta de medidas de prevenção simples, acessíveis e eficazes, têm conduzido ao reforço da importância dada à saúde oral nomeadamente à cárie dentária e às anomalias de oclusão. Cuidados específicos e diferenciados no tratamento e na prevenção na assistência à criança obrigam à estreita colaboração entre o pediatra e o odontopediatra, bem como à educação dos pais.

Objectivo: Neste artigo os autores abordam os problemas dentários mais frequentes em Odontopediatria, com especial destaque para os aspectos de interesse para o pediatra, obstetra e médico de medicina geral e familiar.

Material e Métodos: Pesquisa bibliográfica baseada em artigos publicados e livros de texto de odontopediatria e pediatria dos últimos anos, na tentativa de reunir o máximo de informação científica actual. Foram seleccionados todos os trabalhos que incluíssem como palavras-chave os termos: pediatria, criança, saúde oral, doenças orais, prevenção. Destes escolhemos os mais representativos.

Conclusão: A Medicina Dentária para a criança pode resumir-se em: “Educar para manter sempre saúde oral em todos os grupos etários, pois as crianças de hoje serão os adultos saudáveis de amanhã”. A prevenção é a filosofia da boa saúde no futuro.

Palavras-chave: pediatria, criança, saúde oral, doenças orais, prevenção

Correspondência:
Cristina Areias
cristinaareias@gmail.com

» Consensos e Recomendações SPP
Seta TOXOCAROSE. PROTOCOLO DE ACTUAÇÃO
Secção de Infecciologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria

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Resumo: A toxocarose é uma parasitose comum em idade pediátrica, sendo a infestação por helmintas mais frequente do mundo. As três formas de apresentação clínica são a larva migrans visceral, larva migrans ocular e formas subclínicas ou mesmo assintomáticas. A instituição de terapêutica específica depende da forma de apresentação clínica. A prevenção da toxocarose passa pela implementação de
medidas de saúde pública que diminuam a probabilidade de exposição aos ovos embrionados deste parasita. Os autores apresentam as recomendações actuais para o diagnóstico, tratamento e prevenção da toxocarose em idade pediá trica, propondo um protocolo de actuação.

Palavras-chave: Toxocara, toxocarose, anti-helmínticos, larva migrans visceral, larva migrans ocular, crianças.

Correspondência:
Teresa Mota Castelo
Rua Bernardim Ribeiro, 41 - R/C Esq. A
3000-069 Coimbra
teresamotac@gmail.com

» Educação Médica
Seta A INTERNET COMO FONTE DE INFORMAÇÃO DE SAÚDE: RECURSOS PEDIÁTRICOS ONLINE, EM LÍNGUA PORTUGUESA, SOBRE FEBRE
Ricardo Fernandes, João Franco

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Introdução. O crescente uso da Internet para pesquisa de infor mação sobre saúde implica que existam conhecimentos robustos de como proceder a uma avaliação crítica dos recursos, que são vastos e de qualidade variável. Este estudo pretendeu caracterizar a forma e o conteúdo dos principais recursos online com informação pediátrica em língua portuguesa sobre febre, orientados sobretudo para os pais.

Métodos. Efectuou-se uma pesquisa estruturada dos recursos online passível de ser reproduzida por pais, incluindo motores de pesquisa, directórios e ligações preferenciais na área da saú de. Incluíram-se sítios funcionantes, em língua portuguesa, acessíveis a pais, dispondo de informação sobre aspectos diag nós ticos e terapêuticos da febre. Colheram-se dados para a carac terização geral dos sítios e avaliou-se a conformidade com critérios de qualidade da Fundação Health on the Net (HON). Ana lisou-se igualmente a qualidade da informação disponibilizada sobre o tema febre, comparando-a com orientações médicas de consenso.

Resultados. Identificaram-se 49 sítios com informação pediátrica relevante em língua portuguesa sobre o tema febre, de nacionalidade portuguesa (23/49) ou brasileira (25/49). A maio ria dos sítios pertencia a entidades privadas (32/49), cons tatando-se reduzido número (3/49) e visibilidade dos sítios de entidades oficiais. Apenas dois sítios cumpriram todos os princípios da HON. No plano diagnóstico, quatro sítios continham informação considerada completa e correcta, e apenas dois desses sítios incluíam também informação terapêutica completa e concordante.

Conclusões. Os sítios pediátricos em língua portuguesa sobre febre têm lacunas na sua forma e contêm informação incompleta e por vezes incorrecta. A comunidade pediátrica lusófona deve elaborar estratégias para assegurar conteúdos online adequados e apoiar os pais na sua utilização.


Palavras-Chave: Internet; informação de saúde; febre; criança; pediatria

Correspondência:
Ricardo Fernandes
Biblioteca de Pediatria - Clínica Universitária de Pediatria
Faculdade de Medicina de Lisboa
Av. Prof. Egas Moniz, 1649-028 Lisboa
Telefone: 217985100 (extensão 44660) - Fax: 217805623
ricardocunhafernandes@clix.pt
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